• Autor Jeremy de Quidt
  • Ilustrador
  • Coleção Jeremy de Quidt
  • ISBN 9789898917362
  • PVP 17,69 € (IVA incluído)
  • preço fixo até fim de março de 2020
  • 1ª Edição outubro de 2018
  • Edição atual 1.ª
  • Páginas 288
  • Apresentação capa mole
  • Dimensões 150x230x19 mm
  • Idade

«Uma história aterrorizadora do início ao fim. Mesmo à luz do dia!» - The Guardian

Perfeito para leitores sedentos de histórias de terror.

Klaus é um rapaz órfão, resgatado das ruas para ser o assistente de Kusselmann no seu estranho ofício: arrancar dentes a cadáveres para depois os vender.

Um dia, ao analisarem um cadáver secretamente fornecido pela sinistra Frau Drecht, Klaus e Kusselmann deparam-se com algo inesperado: no interior de um dos dentes esconde-se um diamante. Kusselmann rouba-o de imediato e exige segredo ao rapaz. Só que Frau Drecht não se deixa enganar facilmente e tudo fará para recuperar a joia.

Quando Klaus descobre o diamante no seu próprio bolso, ele percebe que começou o pior pesadelo da sua vida. E, com o misterioso Homem de Penas por perto, esta história passa a ser uma questão de morte... ou de morte impiedosa!

«Deixe-se levar nesta jornada por becos escuros e cruze-se com as personagens mais assustadoras. Imperdível!» - Bookseller

Jeremy de Quidt é um autor britânico. Foi na universidade que percebeu que a escrita era a sua grande paixão.

Depois de onze penosos anos a trabalhar em escritórios de advogados, finalmente ganhou coragem para se dedicar por inteiro à escrita. As várias tentativas fracassadas quase o levaram a desistir. Até ao dia em que uma das suas histórias foi parar às mãos de um editor; e assim nasceu o seu primeiro livro, The Toymaker.

Seguiram-se outros, como O Comboio Errado e este fantástico O Homem de Penas, ambos publicados pela Topseller.

Autor de sucesso, Jeremy de Quidt vive em Inglaterra com a sua esposa e os três filhos.





Outros livros do mesmo autor

O Comboio Errado

Jeremy de Quidt

Perturbadoramente inovador... com o nível certo de terror. Histórias de terror em todos os sentidos da palavra. Permanecem na nossa memória muito depois de fecharmos o livro.