A história apaixonante de Pedro e Inês.
Esta é a história de Inês de Castro, a bela aia galega que arrebatou o coração do príncipe D. Pedro, futuro rei de Portugal. Bisneta ilegítima do rei D. Sancho IV de Castela, chegara a Portugal no séquito de Dona Constança, futura mulher do príncipe, que viu o coração do noivo incendiado pela sua própria dama de companhia. Perdidamente apaixonado, o casal viveu um amor proibido, até que, após a morte de Dona Constança, passou a partilhar o mesmo tecto.
Dando largas à paixão que por tanto tempo haviam escondido, Pedro e Inês viveram dias idílicos, de paço em paço, até se instalarem em Coimbra, já casados e com três filhos.
Esta ligação desagradou ao rei D. Afonso IV, pai de D. Pedro. As intrigas políticas com que os conselheiros reais o sobressaltavam, alegando que os irmãos de Inês alimentavam pretensões à coroa portuguesa, contribuíram para que o rei não descansasse enquanto não libertasse, da forma mais trágica e terrível, o filho da influência da bela galega.
O amor de Pedro e Inês foi maior do que a vida, sendo outrora, como hoje, o símbolo da paixão em Portugal.
Maria João Fialho Gouveia nasceu em Lisboa, mas aos dois dias de idade já vivia no Estoril, onde cresceu e estudou.
Cursou Comunicação Social na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, e mais tarde Línguas, sendo diplomada pela Universidade de Cambridge. Rendida ao apelo da História, porém, regressou anos mais tarde aos bancos da Universidade Aberta, para estudar a disciplina que sempre a encantara.
D. Francisca de Bragança: A Princesa Boémia é um romance apaixonante inspirado numa cuidada investigação histórica, que nos dá a conhecer a vida de uma invulgar princesa portuguesa, que viveu uma longa e ousada história de amor o homem da sua vida, o o filho do rei de França.
A história da Princesa de Parma, uma mulher decidida e iluminada.
Maria João Fialho Gouveia, autora de referência no romance histórico português, apresenta um empolgante romance passado no Estoril da Segunda Guerra Mundial.
Até quando pode uma mulher aguentar a injustiça sem erguer a voz?